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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

XAMÃ CONTEMPORÂMEO


Som repetitivo e Drogas?que tribo é essa?estou falando dos indios TRUKÁ,que vivem na ilha assunção,no municipio de Permanbuco.
Segundo dados da funasa(2006)são cerca de 4.169 indios que mantêm sua indentidade religiosa e étnica dançando o toré(ritual de intregação entre os sentimentos indigenoas e a natureza,buscando a comexão com a energia divina),nun terreiro marcado por uma cruz lá eles passam noite a dentro com seus cânticos repetitivos acompanhados por maracás(chocalhos)feitos de cabaças e consumen a jurema,planta considerada sagrada por diferentes culturas,para encontra o mundo encantado.
A música e a dança para esse povo são o portal para um novo estado psicólogico de transedência coletiva.
Qual quer semelhança com a música eletronica é mera coincidência,não,não é.
Ai nos perguntamos:qual é a relação entre a cultura dos povos antigos e as recentes festas de música eletrônica.
O processo só se mordenizou com o aparato da tecnologia.Ao invés de chocalhos,são picapes computadorizadas já dizia Lavoisier nada se cria,tudo se transforma.Na tradição indigena o XAMÃ é o mediados entre o mundo dos vivos e o mundo espiritual.
E para chegar ao autro plano usam usam plantas como propriedades quimicas que alteram a percepção.Como se fosse um xamã. O Dj convida as pessoas a se entregal a um ritual coletivo da dança.
Com seu setelist manipula os sons. E um chanceler da vibe da galera.
Ir a uma festa eletrônica é uma experiencia multisensorioal,pois o anbiente e as batidas seguenciais fazem com que oc entre em estado de trance."Oc sente sua respiração e seu coração em outro nivel"
É o arcaico e a tecnologia que se unem,com a música computadorizada,som tribal (repetitivo)luzes psicodélicas,dança premitiva,e para alguns uso de drogas.Para encantar ainda mais tem pirofagia e circo-isso no caso das raves.para reforçar essa relação XAMÃNICA temos o tato de que o Ecstasy(bala)e o ácido lisérgico(doce)são substâncias presentes em toda a tragétoria da música eletrônica,tendo a mesma finalidade dos rituais indigenas.

A MOITE A MAGIA DO TRANCE


O ritual de uma noite inteira dançando é uma memória que corre profundamente dentro de nós todos. Uma memória que nos traz de volta a um tempo em que respeitávamos a grande Mãe Natureza e a todos os demais. Fazíamos nossos rituais ao redor de fogueiras, dançando com o intuito de canalizar as energias cósmicas até nós, de ficarmos mais próximos de nossos deuses ou apenas celebrar uma boa caçada. Nesses tempos o Xamã era nosso guia através de outras realidades. Ele induzia as pessoas ao transe através de poções mágicas a base de ervas em ação conjunta com a música tocada por tambores, flautas, didjeridoos ou vozes, de acordo com a cultura de cada povo. Mas com o surgimento de decretos durante a Idade Média, esses rituais pagãos foram reprimidos em diversas localidades do planeta pela mão da igreja católica, ressurgindo muitos séculos depois em nossa cultura ocidental através de diversas vertentes, entre elas a das festas TECNO-TRIBAIS em Goa na Índia, nascendo então o GOA TRANCE e as FESTAS TRANCE.
A festa TRANCE é como uma jornada XAMÃNICA em que o DJ (Xamã) conduz o público até o EXTASE DO TRANSE PSICODÉLICO, guiando todos através de atmosferas e realidades criadas por sua musica. Um guia que te leva através da noite, através da escuridão e do infinito, atingindo as áreas mais obscuras do subconsciente humano, escolhendo músicas que tem como objetivo ir além.
Existem momentos em que expor a agressividade através da musica e da dança faz parte de todo o processo e após a agressividade, momentos de contemplação surgem com o nascer de um novo dia, momento de realmente celebrar. Sem esse processo completo, de uma jornada interior através da noite, o amanhecer e a festa perdem seu sentido de existência.
A noite começa lentamente nos CHAISHOPS, encontrando amigos, preparando-se para mais uma jornada através da musica. É quando os DJs começam a construir a longa história de uma festa, tocando musicas mais lentas e crescendo lentamente até as 3 ou 4 da manhã, o momento de pico, a preparação para a explosão do amanhecer. Durante a noite o que se vê são as roupas fluorescentes das pessoas e uma decoração fluor feita para criar efeitos especiais a noite, sob luz negra.
Assim que a escuridão da lugar á luz do dia, começamos a focar nossa atenção nas faces, reconhecendo pessoas no qual estivemos dançando a noite toda ao lado. É quando os sorrisos começam a ser trocados, espalhando-se pelo DANCEFLOOR até o momento em que o Sol se levanta e todos estão contagiados pela mesma energia. Mas para sentir todo esse processo do amanhecer, é preciso vivenciar a jornada através da noite, conhecer ambos os lados, vivenciar o processo desde o início. Como um filme, você deve assistir desde o começo.